
Para muitos a prova definitiva de um artista é o segundo trabalho. Afinal, com o primeiro ele teve tempo e não teve pressão ou expectativa externa, além do dinheiro envolvido no showbiss.
O álbum de estréia do Coldplay é repleto de hits, e consequentemente um grande sucesso de público . O Coldplay lançava Parachutes em 2000, atingindo milhões de cópias, e procurando se firmar no mercado com sua letras e músicas de sensibilidade e beleza ímpar.
Em agosto de 2002, seguia o sucessor de Parachutes. A Rush Of Blood To The Head chegava ao mercado. Seria o Coldplay capaz de ao menos igualar o ótimo album de estréia?
Não demorou a se perceber que a resposta além de ser positiva, ia além da questão e possível desconfiança .
O primeiro single (e segunda faixa do álbum) In My Place, supera as expectativas e dúvidas quanto ao poder do Coldplay de se manter no topo do rock e ainda manter sua integridade artística. Seguindo suas características, ou seja, os vocais limpos e melódicos, acompanhados do piano de Chris Martin, bateria marcante de Will Champion,junto do baixo de Guy Berriman e a guitarra no ponto e medidas exatas de Jon Buckland, In My Place foi um hit certeiro.
A música que abre o disco Politik, é também um ótimo cartão de visitas ao ouvinte, pois alia ainda outra marca registrada da banda, os vocais ora sussurrado, ora forte de Chris Martin.
A terceira faixa God Put A Smile On Your Face, é uma das mais intrigantes do disco, e mais belas do grupo. O Coldplay mostrava-se mais maduro e claro na transposição de suas idéias.
A faixa seguinte, The Scientist é uma emocionante música, ilustrado brilhantemente com um vídeo clip promocional de impressionar e até chocar o mais desavisado e sensível ouvinte. O piano de introdução,logo acompanhado pelo vocal marcam o início. Por volta do segundo minuto, violão, baixo e bateria completam a melodia. .
Logo vem Clocks. Outro sucesso desse grande disco. Interessante notar que além de grandes compositores, os membros do Coldplay são ótimos músicos, destaque mais uma vez para Chris Martin, que além de imprimir o estilo da banda no ouvinte, com seus vocais únicos, se mostra um ótimo pianista.
Pode-se dizer que essas cinco primeiras músicas definem A Rush Of Blood To The Head. Nas faixas seguintes, como Daylight, Warning Sign, a faixa título e Amsterdam, o Coldplay não arrisca, mas ainda mostra força nas canções. Somente Green Eyes ainda tenta mostrar algo diferente do que a banda vinha fazendo. Com sua levada acústica, que se não fosse por Chris Martin, seria facilmente confundida com alguma canção country americana e A Whisper (um rock certeiro) tentam fugir do esquema piano-vocal-e-resto-da-banda-acompanhando .
O Coldplay se mantém firme em suas características próprias, e apesar de soar óbvio e previsível, em muitos momentos ainda surpreende por sua beleza.
Em 2005 a banda lançava X&Y, e em 2008 saía Vila La Vida Or Death And All His Friends. Não mostrou nada mais impactante, mas se firmou num dos maiores nomes do rock nesta primeira década do novo milênio, para alguns rivalizando somente com os irlandeses do U2.
Vale a pena ouvir de novo A Rush Of Blood To The Head,e se encantar com um dos trabalhos mais adultos e sofisticados do pop dos últimos dez anos.
O álbum de estréia do Coldplay é repleto de hits, e consequentemente um grande sucesso de público . O Coldplay lançava Parachutes em 2000, atingindo milhões de cópias, e procurando se firmar no mercado com sua letras e músicas de sensibilidade e beleza ímpar.
Em agosto de 2002, seguia o sucessor de Parachutes. A Rush Of Blood To The Head chegava ao mercado. Seria o Coldplay capaz de ao menos igualar o ótimo album de estréia?
Não demorou a se perceber que a resposta além de ser positiva, ia além da questão e possível desconfiança .
O primeiro single (e segunda faixa do álbum) In My Place, supera as expectativas e dúvidas quanto ao poder do Coldplay de se manter no topo do rock e ainda manter sua integridade artística. Seguindo suas características, ou seja, os vocais limpos e melódicos, acompanhados do piano de Chris Martin, bateria marcante de Will Champion,junto do baixo de Guy Berriman e a guitarra no ponto e medidas exatas de Jon Buckland, In My Place foi um hit certeiro.
A música que abre o disco Politik, é também um ótimo cartão de visitas ao ouvinte, pois alia ainda outra marca registrada da banda, os vocais ora sussurrado, ora forte de Chris Martin.
A terceira faixa God Put A Smile On Your Face, é uma das mais intrigantes do disco, e mais belas do grupo. O Coldplay mostrava-se mais maduro e claro na transposição de suas idéias.
A faixa seguinte, The Scientist é uma emocionante música, ilustrado brilhantemente com um vídeo clip promocional de impressionar e até chocar o mais desavisado e sensível ouvinte. O piano de introdução,logo acompanhado pelo vocal marcam o início. Por volta do segundo minuto, violão, baixo e bateria completam a melodia. .
Logo vem Clocks. Outro sucesso desse grande disco. Interessante notar que além de grandes compositores, os membros do Coldplay são ótimos músicos, destaque mais uma vez para Chris Martin, que além de imprimir o estilo da banda no ouvinte, com seus vocais únicos, se mostra um ótimo pianista.
Pode-se dizer que essas cinco primeiras músicas definem A Rush Of Blood To The Head. Nas faixas seguintes, como Daylight, Warning Sign, a faixa título e Amsterdam, o Coldplay não arrisca, mas ainda mostra força nas canções. Somente Green Eyes ainda tenta mostrar algo diferente do que a banda vinha fazendo. Com sua levada acústica, que se não fosse por Chris Martin, seria facilmente confundida com alguma canção country americana e A Whisper (um rock certeiro) tentam fugir do esquema piano-vocal-e-resto-da-banda-acompanhando .
O Coldplay se mantém firme em suas características próprias, e apesar de soar óbvio e previsível, em muitos momentos ainda surpreende por sua beleza.
Em 2005 a banda lançava X&Y, e em 2008 saía Vila La Vida Or Death And All His Friends. Não mostrou nada mais impactante, mas se firmou num dos maiores nomes do rock nesta primeira década do novo milênio, para alguns rivalizando somente com os irlandeses do U2.
Vale a pena ouvir de novo A Rush Of Blood To The Head,e se encantar com um dos trabalhos mais adultos e sofisticados do pop dos últimos dez anos.
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