
domingo, 27 de dezembro de 2009
The Darkness - Permission To Land

domingo, 6 de dezembro de 2009
Jet -Get Born

domingo, 22 de novembro de 2009
Wolfmother - Wolfmother
Uma das mais gratas revelações dessa década foi a banda australiana Wolfmother.Um power trio que na época do lançamento desse disco era formado por Andrew Stockdale (voz/guitarra), Chriss Ross (baixo e teclados) e Myles Heskett (bateria).
O vocalista e guitarrista Andrew S. despejava riffs "Sabbathicos" e seu timbre de voz tinha uma certa semelhança com o de Ozzy Osbourne.
Mas o som de seu Wolfmother não era uma simples cópia da banda inglesa de Tonny Iommi. As influências no geral era o heavy rock dos anos ´70.
O álbum Wolfmother foi lançado em 2006, com a produção de D. Sardy (Jet ).
A primeira faixa do álbum é Dimension. Um ótimo cartão de visitas, com todos os ingredientes das influências setentistas do grupo contidas nela.
White Unicorn é mais cadenciada com alguns elementos de psicodelia.
A terceira faixa ( e melhor em minha opinião ) é Woman. Um heavy rock rápido e pesado, com direito a um teclado muito bem sacado e executado por Chris Ross. Essa música rendeu um Grammy ao grupo em 2007, como melhor performance de hard rock.
O clima volta ficar com um ar mais progressivo com Where Eagles Have Been. Climática e com um belo solo.
Em Apple Tree o punk rock dá a introdução ao som, mas em seguida uma levada mais rítmada dá uma cadencia a música.
O álbum segue com Joker And The Thief. Riffs e teclados conduzem a esperta música.
Na música Colossal o grupo mostra uma faceta ainda inédita no disco. Uma composição mais densa com um clima de suspense compõem o repertório dessa música. Assim como a seguinte Mind´s Eye.
Na nona faixa, Pyramid o conjunto surpreende o ouvinte com uma introdução diferente das demais, mas a música não chega a diferenciar da proposta do som do grupo .
Já em Witchcraft o ouvinte mais atento pode perceber um leve toque de Jethro Tull na composição total da música. Um pequeno solo de flauta dá um brilho a mais no som do Wolfmother.
O disco vai caminhando para o final com a arrastada Tales.
Ainda há tempo para a suingada Love Train. Na introdução aparece elementos de música latina. Um ótimo rock, que consegue mostrar o leque de criatividade da banda.
Chegamos ao final do álbum com Vagabond. Um som semi-acústico com cara de conto. Improvável e agradável.
Hoje não estão mais na banda Chis Ross e Myles H.
Agora em 2009 o Wolfmother lançou Cosmic Egg com Ian Perez (baixo, teclado e vocais de apoio) e Aidan Nemeth (bateria), substituindo os ex-membros.
Vale a pena ouvir de novo o trabalho de estréia desses australianos que nos mostraram que ainda é possívem fazer um ótimo som com influências de décadas passadas e ainda sim ser relevante para a música.
Assista esses vídeos:
http://www.youtube.com/watch?v=t9C8TIVUHec
http://www.youtube.com/watch?v=PoDHaYVv23K
domingo, 1 de novembro de 2009
Green Day - American Idiot
O Green Day apareceu para o grande público em ´94, com o lançamento do ótimo disco Dookie e apresentações em grandes espaços, como o Woodstok ll, naquele mesmo ano.Com um punk rock despojado e muitas vezes beirando o engraçadinho, a banda muitas vezes não era levada a sério. O grupo ainda lançou bons discos nos anos seguintes, mas nada que chegasse perto do estrondoso sucesso de Dookie e grande representatividade no mercado.
Exatamente dez anos após do álbum que catapultou o Gren Day para o estrelato, saía o cd American Idiot.
Um projeto ambicioso, concebido como uma rock ópera, dividida em várias partes e com levadas rítmicas fortes e diversas. O tema principal era a apatia da sociedade americana perante a vários fatos de seu cotidiano e realidade, como por exemplo a invasão no Iraque, e a posição do governo Bush na condução da nação.
American Idiot prima pela riqueza de arranjos e melodias, e com o Green Day afíado como conjunto. Os componentes Billie Joe Armstrong (guitarras, violão, vocais), Mike Dirnt (baixo) e Tré Cool (bateria) sempre foram bons músicos, mas a aparente falta de pretensão e temas muitas vezes non sense não demonstravam claramente quão técnicos eram .
O álbum abre com o hit certeiro homônimo. Punk rock direto, curto e matador. Na segunda faixa, Jesus Of Suburbia, era a deixa clara que o Green Day não estava ali para brincadeira. Com seus 9:12 min. e dividida em cinco partes (Jesus Of Suburbia, City of the Damned/I Don't Care/Dearly Beloved/Tales of Another Broken Home) narra uma angustiante história que foi ilustrada com um belíssimo video clip.
Nas faixas seguintes (Holiday e Boulevard Of Broken Dreams) mais bons rocks com certa sofisticação.
O álbum corre com ótimos punk rocks (Are You Waiting e St. Jimmy). Give Me Novocaine dá uma quebrada no rítmo. She´s A Rebel , Extraordinary Girl e Letter Bomb empolgam o ouvinte no melhor estilo Green Day.
O clima volta a ficar sério com Wake Me Up When September Ends. Mais uma narrativa reflexiva sobre a juventude e seus dilemas. Com belos arranjos e melodia perfeitas, o Green Day mostrava mais uma vez classe acima da média quando resolvia mostrar uma faceta muitas vezes desconhecida pelo grande público.
A 12ª faixa é Homecoming (também dividida em pequenas partes - The Death Of St. Jimmy, East 12th St., Nobody Likes You, Rock and Roll Girlfriend e We´re Coming Home Again) é outra mini ópera rock muito produtiva e funcional.
O álbum fecha com a pop Whatsername. Estranhamente o disco tem seu epitáfio com uma música que foge a levada carismática, empolgante e grandiosa de American Idiot.
O álbum American Idiot do Green Day levou o Grammy de melhor álbum de rock .
Sem dúvida American Idiot foi um marco nessa década de ´00. Vale a pena ouvir de novo, e de novo, e de novo!!
Assista alguns vídeos retirados desse trabalho:
http://www.youtube.com/watch?v=e69cNb5z7FE
http://www.youtube.com/watch?v=WZ0CGHwoo6M
domingo, 11 de outubro de 2009
Audioslave - Out Of Exile
Uma das características que serão lembradas nos anos ´00, será a de formação de super grupos.O primeiro deles foi o Audioslave, em 2002. Formado por ex-membros do Rage Against The Machine e o vocalista Chris Cornell (ex- Soudgarden), a banda lançava seu aguardado e ótimo disco de estréia no fim daquele ano mesmo.
Em 2005 saía o sucessor, chamado Out Of Exile.
Era de se pensar que seria difícil superar a qualidade apresentada no debut que levava o nome da banda.
Mas Out Of Exile conseguiu superar qualquer previsão com relação a isso.
A banda em si já era competente, e com a ajuda dos experientes e renomados produtores Rick Rubin (que já havia trabalhado com o grupo anteriormente) e Brendan O´Brien, o time dos sonhos estava montado.
A música de abertura já abre com um riff característico e marcante de Tom Morello. Your Time Has Come era o cartão de visita forte e atordoante. Chris Cornell (um doa melhores vocalistas de seu tempo, não tenho dúvidas em afirmar isso) em ótima forma garante o andamento da música.
A faixa título também não decepciona. Em seguida o primeiro single retirado do disco, Be Yourself. Belíssima, com passagens calmas e refrão poderoso que em muito lembrava a música Like A Stone, do disco anterior do conjunto.
A quarta música considero a melhor e mais completa música desse trabalho. Doesn´t Remind Me tinha todos os ingredientes de uma música perfeita que um grupo como o Audioslave poderia oferecer ao ouvinte. Todos os membros brilham nessa melodia . Riffs, solo e vocais alíados numa melodia que contagiava desde a introdução.
Drown Me Slowly é outro rock direto. Heaven´s Dead é a parte mais reflexiva do disco. The Worm e Man Or Animal segue a receita de riff e vocais poderosos .
A décima faixa, Yesterday To Tomorrow o mometo calmaria dá o tom. Já a seguinte é a cativante e empolgante Dandelion. Um rock que acerta o ouvinte em cheio. Seria um excelente single.
Out Of Exile vai chegando ao fim com a melancólica #1 Zero e com a faixa de encerramento The Curse (linda!) com o ar de verdadeiro adeus.
O Audioslave ainda lançou outro disco em 2006 antes de encerrar suas atividades no início de 2007.
Sem dúvida um trabalho que chegou muito perto da pefeição, e que vale a pena ouvir de novo.
Um detalhe que não pode passar em branco, está no encarte do cd, nos créditos e dados técnicos do trabalho. Lá tem uma nota dizendo "Todas as músicas feitas por guitarra, baixo, bateria e vocais".
Formação desse e de todos os trabalhos do Audioslave:
Chris Cornell (vocais);
Tom Morello (Guitarra);
Tim Commerford (Baixo);
Brad Wilk (Bateria).
Confira no youtube:
http://www.youtube.com/watch?v=zOMSB7s15C8
http://www.youtube.com/watch?v=JdCfcjmxouo
domingo, 27 de setembro de 2009
Velvet Revolver - Libertad

O Velvet Revolver já nascia grande em seu debut de 2004. Formado por ex-membros de grandes bandas dos anos 90, o disco de estréia Contraband, vendeu muito bem e encheu estádios com as performances do grupo ao redor do mundo.
Foram três anos de espera até o sucessor de Contraband chegar as mãos dos fãs.
Bem mais equilibardo e com cara de banda de verdade, Libertad mostrava o real poder e capacidade de grandes músicos juntos e focados.
Com uma pegada mais hard rock e arranjos elaborados com mais calma, deu a Libertad uma personalidade própria, e fazendo os mais saudosistas esquecerem as origens dos membros envolvidos na confecção do disco.
O álbum abre com a rápida e direta Let It Roll. Ideal para abertura não só do disco, mais também para o "open act" de shows. She Mine cativava pelo esperto refrão, Get Out The Door lembrava algo do disco anterior, mas com mais tempero.
She Buils A Quick Machine (estranhamente escolhida como primeiro single) dava o recado para os desconfiados que sim, o Velvet Revolver não ia ficar entrando no jogo como se já estivesse ganho, pois essa música é diferente de qualquer outra que o grupo já tenha feito.
A balada Last Fight também não caía no jogo fácil. O grupo se preocupava em não soar igual. Comovente sem ser piegas.
O álbum segue com ós ótimos rocks Pill, Demons & Etc, American Man, Mary Mary e Just Sixteen.
Um improvável cover de ELO (Eletric Light Orchestra), Can´t Get It You Of My Head agrada pela improbabilidade e sutileza executada pela banda na gravação dessa música.
O disco segue sem maiores surpresa até o final, primando pelos arranjos e escolha de repertório corretos, com bons rocks e atitude.
Após menos de um ano de lançamento de Libertad, o vocalista Scott Weiland deixava o grupo. Os membros remanescente ainda não encontaram um substituto para ele nos vocais.
O disco foi pouco promovido pelo grupo.
Vale a pena ouvir de novo Libertdad, e conhecer mais desse disco que sem dúvida está entre os melhores e menos badalados álbuns da década.
Confira no youtube:
domingo, 13 de setembro de 2009
The White Stripes - Elephant

Fim de temporada
domingo, 6 de setembro de 2009
The Cult - Born In To This

domingo, 30 de agosto de 2009
Megadeth - The World Needs A Hero

domingo, 16 de agosto de 2009
Slash´s Snaketpit - Ain´t Life Grand

Os principais motivos alegados foram principalmente a questões de direcionamento profissional ditado pelo vocalista W. Axl Rose, que dentre outras coisas tinha conseguido o direito do nome do grupo para si, com a assinatura e concordância de todos os outros membros. Mas isso é uma outra história, que não cabe ser comentada ou discutida aqui.
Quando Slash lançou o álbum “Ain´t Life Grand” no final de 2000 com sua banda “Slash´s Snakepit”, ele já não pertencia mais ao Guns N´Roses, (quando o "debut" do grupo foi lançado em ´95, ele oficialmente era membro do grupo ainda) e não contava mais com o apoio da gravadora Geffen Records.
Segundo Slash, esse lançamento do disco de estréia foi mais um motivo que enfureceu Axl, que alegava que algumas daquelas canções deveriam ser trabalhadas para o “novo” álbum do Guns N´Roses.
Depois de estar fora do grupo, Slash contribui com vários artistas, mas não em um trabalho seu mesmo.
Esses anos foram difíceis para o guitarrista, mas isso não o impediu de lançar um trabalho de grande qualidade, superior ao disco de estréia.
Com o comando da situação, Slash pela primeira vez na carreira, podia sozinho dar as cartas de como o disco e a banda deveriam ser.
Eis que então “Ain´t Life Grand” chega as lojas.
Acompanhado de músicos desconhecidos pelo grande público, Slash finalmente lançava um disco longe dos fantasmas e pressões de Axl Rose e a banda que agora não lhe pertencia mais.
As canções são bem focadas no “hard rock” com influências de blues. Rocks vigorosos como “Been There Lately”, “Mean Bone” e “Life´s Sweet Drug”, sons mais “funky” como “Just Like Anything” e “Shine” e momentos tocantes, como a balada “Back To The Moment” (sempre imaginei Axl cantando essa...) e o blues que da nome ao disco também é um dos pontos que merece destaque.
Mais tarde Slash anunciava o fim do “Slash´s Snakepit”. Montou o super grupo Velvet Revolver (com outros ex-membros do Guns N´Roses), que percorreu o mundo em turnês, fazendo com que o nome do guitarrista voltasse a ficar em evidência.
No momento as atividades com o Velvet Revolver estão paradas, mas Slash anunciou que em breve seu primeiro disco solo irá sair , com a participação de vários vocalistas diferentes.
Enquanto isso, vale a pena ouvir de novo “Ain´t Life Grand”, da banda Slash´s Snakepit.
Formação:
Rod Jackson: vocais
Johny Griparic: baixo
Matt Laug: bateria
Ryan Roxie: guitarra base
Ouça algumas músicas desse trabalho:
http://www.youtube.com/watch?v=ZcI_2MQfG1I
http://www.youtube.com/watch?v=avLRqD478xo
domingo, 9 de agosto de 2009
Fight - War Of Words

Completando o time estavam o batera do Judas, Scott Travis, junto a Russ Parrish e Brian Tilse nas guitarras e o baixista Jay Jay.
Halford conseguiu fazer um álbum relevante sem parecer uma cópia de seus outros sucessos.
Aliada ao "know how"de anos com o Judas Priest, com uma garra de nova banda, o Fight lançou o álbum “War Of Words”, em ‘93.
Com elementos do metal tradicional e com as estruturas menos clássicas, porém mais agressivas, reforçadas, “War of Words” é retrato do que o bom heavy metal pode ser quando os músicos não se prendem a clichês e se livram de fazer uma música datada e previsível.
O disco abre com a destruidora “Into The Pit”, com os vocais característicos de Halford a todo vapor. Segue com a ótima “Niailed To The Gun”, "Life In Black", a faixa título “War Of Words” entre outras. O ponto culminante é a sensacional “Little Crazy”.
Infelizmente o Fight não durou muito. Rob Halford deu declarações controversas, montou um outro projeto um tanto quanto diferente de suas raízes, o 2WO, que acabou levando o nome do vocalista ao descrédito e perda do respeito perante seu público fiel.
Esse disco é muito recomendado aos fãs de heavy metal, pois ali está um trabalho que merecia muito mais destaque que obteve. Vale a pena ouvir de novo!
domingo, 2 de agosto de 2009
Skid Row - Subhuman Race

Em 1995, após um período de descanso, o Skid Row lançava seu terceiro álbum. Com a produção do renomado Bob Rock (The Cult,Bon Jovi, Metallica, Motley Crue), a banda lançava “Subhuman Race”.
A evolução do conjunto era fácil de se perceber em todo trabalho, logo na primeira audição.
Subhuman Race conseguia aliar a sujeira das guitarras, o peso da bateria com um resultado surpreendentemente limpo e de bom gosto, nunca visto na banda anteriormente.
Abrindo com “My Enemy”, passando “Firesign”, a punk rock “Bonehead”, a maravilhosa “Beat Yourself Blind” (que Baz dizia ser a sua favorita no álbum todo), a faixa título “Subhuman Race”, a densa “Frozen”, a mais radiofônica “Into Another”, sem faltar a balada que costumou fazer a fama da banda perante ao público menos acostumado ao heavy metal, a bela “Breakin´Down”.
Com um menu desses, qual o motivo desse cd ter sido quase que completamente ignorado?
Eram outros tempos. Aquele início de década que o Skid Row dividia a atenção do mundo do rock pesado com Metallica e Guns N´Roses havia ficado para trás. Pelo resto da década o estilo que o Skid Row fazia, era algo passado e ridicularizado pela nova geração de jovens consumidores de música via MTV.
A mídia especializada nunca foi muito favorável a banda, e aquela queda de popularidade foi um prato cheio para os detratores.
Vivendo essa nova realidade, e tendo que encarar pela primeira vez um trabalho não tão bem sucedido, os problemas internos de relacionamento começaram a aparecer. O vocalista Sebastian deixou o grupo após a turnê de divulgação do álbum. Ele se ajustou bem trabalhando solo chegando a trabalhar como ator em séries de tv, e até peças na Broadway.
O baterista Rob Affuso também deixou o barco. Os que ficaram (Dave Sabo , Scott Hill e Rachel Bolan), recrutaram novos membros e lançam álbuns até hoje, mas bem menos inspirados e sem personalidade que outrora a banda teve.
Lamentável que muito dos fãs do Skid Row não conheçam e dê o valor devido a “Subhuman Race”.
Posso garantir que vale a pena ouvir de novo esse cd!!
domingo, 26 de julho de 2009
Bruce Dickinson - Skunkworks

A tendência naquele momento era o chamado rock/metal alternativo. Um som que a princípio era difícil de fazer uma descrição, mas com a popularização das bandas de Seattle, convencionou-se chamar de “Grunge”. Nunca entendi bem qual o real significado desse termo, pois nunca vi semelhança alguma entre seus maiores expoentes, como Pearl Jam, Nirvana, Alice In Chains e Soundgarden.
Nesse cenário, o vocalista Bruce Dickinson lançou seu terceiro e até hoje mais incompreendido trabalho.
Lançado em fevereiro de ´96, Bruce Dickinson foi fundo em mais uma nova aposta em sua carreira solo. Recrutou os músicos que o acompanharam em sua turnê anterior, do álbum Balls To Picasso.
Na parte técnica, o produtor foi o mesmo de algumas bandas que estavam no ápice de suas carreiras no cenário alternativo (Soundgarden, Therapy?, L7, Mudhoney e Nirvana), Jack Endino. Para a belíssima capa, foi recrutado Storm Thorgerson, que trabalhou com artistas históricos como Pink Floyd .
O resultado foi Skunkworks. Um grande disco, o mais ousado de Bruce sem dúvida. Técnicamente ele continua perfeito em sua performance como vocalista, e a banda está a altura de sua categoria. A banda segundo Endino disse em uma entrevista, não conseguia chegar a um acordo com relação ao direcionamento do álbum. Parece que Dickinson não queria correr muitos riscos e fazer algo mais tradicional, mas seus colegas não, queriam algo mais atual, diferente. Apesar de ser sua banda, Bruce não quis atuar como um ditador e a coisa desenvolveu-se pelo lado dos músicos, sempre guiado por Jack Endino que conhecia bem aquele caminho.
sábado, 18 de julho de 2009
Psycho Motel - State Of Mind

Psycho Motel foi o nome dado a nova banda de Adrian Smith, que anteriormente atendia por The Untouchables.
O disco de estréia, State Of Mind, é um apanhado de ótimas canções de hard/heavy, que nada lembram o Maiden.
Com um vocalista com estilo mais hard rock, e com riffs muitas vezes rápidos, outras vezes mais cadenciados, mas com pegada sempre heavy metal, o Pycho Motel fez um excelente trabalho de estréia. Adrian está como sempre soberbo, e rejuvenescido nessa empreitada, livre dos padrões consagrados de sua ex-banda.
O álbum abre com as poderosas Sins Of Your Father e World´s On Fire. E segue com ótimos momentos como a faixa Psycho Motel, Time Is A Hunter e a empolgante City of Lights. Merece destaque ainda a calma Western Shore.
Um dos maiores méritos deste trabalho, é o fato de Adrian não se prender ao seu glorioso passado, e trabalhado com músicos competentes que souberam traduzir bem seu conceito e idéias nessa nova banda.
Existem inúmeros trabalhos que com o passar dos anos continuam atuais, mas esse consegue algo mais difícil ainda, que é soar moderno. Digo isso não somente devido a produção caprichada que State Of Mind teve (pelo próprio Adrian Smith), mas pela sonoridade que se fosse lançado hoje em 2009, ainda pareceria algo inesperado e a frente de seu tempo.
Adrian Smith não teve medo de se arriscar, e teve o pé no chão e bom senso para não querer inventar nada, somente fazer boa música.
Quem não conhece, vale a pena correr atrás, quem já teve a oportunidade de conhecer, vale a pena ouvir de novo.
Vocais : Solli
Guitarras : Adrian Smith
Baixo : Gary Leidermann
Bateria : Mike Sturgis
Cynthia Fleming (Violino - faixa 4)
Vincent Gerrin (Celo - faixas 3 e 4)
domingo, 12 de julho de 2009
The Black Crowes - By Your Side

Apresentação
Nasci em 1975, portanto conheço alguns clássicos do rock apenas por ler, ouvir,ver em vídeo, ou alguma outra forma de mídia, vários clássicos do rock and roll. Todos nós já ouvimos a exaustão álbuns (Graças á Deus!) de bandas como The Rolling Stones, Black Sabbath, The Beatles, Led Zeppelin, Pink Floyd, The Doors, Jimmi Hendrix,Deep Purple, entre outros.
Parece que os álbuns definitivos do rock and roll, se resume a épocas longínquoas, e que nada mais de relevante foi críado após esse distante período, que varia entre as décadas de 60 e 70.
Partindo dessa falsa afirmação, concluí-se que não vi nascer nada de importante, com relação a classic rock. Sabemos que é uma inverdade. Posso citar dezenas de bandas (U2, Iron Maiden, Metallica, Guns N´Roses, Motley Crue, Sepultura, Pantera, Megadeth, Oasis, pra citar algumas) que são nomes eternos , e sempre serão, que pude ver nascer, crescer, e muitas vezes morrer.
Meu intuíto com esse blog, não é dissecar sobre clássicos álbuns dessas bandas, eles já são consagrados, tudo já se foi falado sobre eles, e sim de alguns ótimos álbuns, que por algum motivo acabaram ficando no esquecimento, e definitivamente, vale a pena ouvir de novo!!

